Este espaço revela a diversidade humana... Sonhos, segredos,magia e alma,contos,prosas, fotos e poesia! Muitas vezes esconde, para se fazer revelar... Valdete Pereira
6/16/2020
Pandemic Poem
Sometimes
I am very reserved,
sometimes chatty,
but the fact or what is normal ...
The new normal leaves me astonished,
to spend my life without moving,
living, existing ...
I exist,
I resist!
I hope you do the same and we will resist together!
Valdete Pereira
今天 - Hoje
今天下雨,弄湿了我的窗户,
我想着你,雨落在你身旁,
我一直在想你...
雨带来很多美好的感觉
它使成长,繁衍并瞄准未来的时刻,收获!王艺
wángyì
Jīntiān xià yǔ, nòng shīle wǒ de chuānghù,
wǒ xiǎngzhe nǐ, yǔ luò zài nǐ shēn páng,
wǒ yīzhí zài xiǎng nǐ...
Yǔ dài lái hěnduō měihǎo de gǎnjué
tā shǐ chéngzhǎng, fányǎn bìng miáozhǔn wèilái de shíkè, shōuhuò! Wáng yì
wángyì
我想着你,雨落在你身旁,
我一直在想你...
雨带来很多美好的感觉
它使成长,繁衍并瞄准未来的时刻,收获!王艺
wángyì
Jīntiān xià yǔ, nòng shīle wǒ de chuānghù,
wǒ xiǎngzhe nǐ, yǔ luò zài nǐ shēn páng,
wǒ yīzhí zài xiǎng nǐ...
Yǔ dài lái hěnduō měihǎo de gǎnjué
tā shǐ chéngzhǎng, fányǎn bìng miáozhǔn wèilái de shíkè, shōuhuò! Wáng yì
wángyì
11/11/2019
DESAFIO...
Eu tenho cada dia um desafio,
de começar de novo e de novo, sempre!
Não olho para tras, pois você vejo em minha mente,
se você pra mim não mente,
me conte seus segredos mais profundos...
e eu esconderei os meus,
pra que tenha prazer em procurar me neles!
2/05/2019
SER
GOSTO
ME ENROSCO
ELEITO
DITO E FEITO
E NÓS
FICAMOS
PRA TRÁS
FICAMOS
A MERCÊ
FICAMOS
COM O RASCUNHO
DO PRECIPÍCIO
O PRINCIPIO
DO INFERNO
VIRAMOS
RASCUNHO
SEM
CARÁTER
LIGADOS
GENTE
QUE PREFERE
GRAMA
E RAIZ
QUE PREFERE
STATUS
SEM
MATIZ
PROFUNDO
VERMELHO
CICATRIZ
NA CARNE
QUANTOS
MORREM
ENSOPADOS
NO PRÓPRIO
SANGUE
SUFOCADOS
PELA FALTA DE
CONSCIÊNCIA...
MATAR
EASY
CONSCIÊNCIA
DISEASE
LOUCO
INSANO
PERPLEXO
DESCANSO
O CORPO PAQUIDERME
ACHINCALHADO
ESTUPRADO
USURPADO
MOMENTO
LOUCO
DUAS VEZES
INSANO
NESSE DIA
MUNDANO
INFINDÁVEL
MARTÍRIO
SER...
2/04/2019
GIGANTE...
O GIGANTE ACORDOU...
DURANTE MUITO TEMPO PENSAVA SOBRE ISSO,
GIGANTE,
PENSEI NA IMENSIDÃO DE UM PAÍS,
GIGANTE.
PENSEI QUE SOMOS OS MAIORES DA AMÉRICA LATINA,
GIGANTE.
NO PAIS DO FUTEBOL,
GIGANTE.
PENSEI NA MERDA QUE FIZEMOS NAS ELEIÇÕES PASSADAS,
GIGANTE.
PENSEI NO ABISMO CULTURAL QUE NOS ASSOLA,
GIGANTE.
NO DESCASO COM A JUSTICA, O TRABALHO, O TRANSPORTE,
(METRÔ, ONIBUS, BIKE...)
GIGANTE.
AÉREO, RODOVIÁRIO, FLUVIAL,
GIGANTES,
SOMOS CÓPIAS DE PAÍSES VISTOS COMO TOP!
LANÇAMENTO DE FOGUETES,
SÓ, QUE NÃO!
CONSTRUÇÃO DE USINAS HIDRELÉTRICAS,
SOQUE, NÃO!
TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO,
SÓ QUE NÃO!
ESCOLHA DE PRESIDENTES...
TOP, TOP, TOP (LIVRE INTERPRETAÇÃO)
COM TUDO ISSO, PEÇO A LICENÇA POÉTICA :
ANDAR COM FÉ EU VOU, QUE A FÉ NÃO COSTUMA FALHAR!(Gilberto Gil)
Valdete Pereira
6/14/2016
MUITAS VEZES...
Muitas vezes,
Perco-me
Entre o passado e o presente
Me perco, com as palavras
Letras miúdas, graúdas e,
Seus sentidos desconexos, disléxicos
Me perco entre o hoje, amanhã,
Ontem e outrora
Me perco, em meus pensamentos,
Puros, mundanos,
Mortais, imortais
E a vida passa,
Como uma sucessão,
De acontecimentos,
Minutos, segundos,
Milésimos de segundos,
Horas a fio,
Onde a essência,
Vive em crise de existência
Muitas vezes,
Perco-me...
Valdete Pereira
10/23/2015
ESPOLETA..
Meu chapéu tem penas pretas
Tem penas pretas, meu chapéu
Tem penas, tem brilho e,
E fundo da cor do céu,
Reluz como pavão ao léu.
Minha gravata é de bolas,
Brancas, pretas, multicoloridas,
Minha borboleta Margarida,
Que o diga :_Carambolas floridas
Minha blusa e transparente,
O arco-íris que se contente,
Com a aparência reluzente,
Que meu corpete tem,
E o calção bonachão,
Listrado até o chão,
Com renda na bainha,
Pra mostrar se feminina.
Minhas botas brejeiras
Cor de burro quando foge,
Cor de jegue quando chega,
Debaixodalaranjeira,
Meu vestido boreal,
Aboletado no varal,
Esperando secar o sol,
E você,
Esta esperando o que.
Valdete Pereira
O palhaço morreu...
O palhaço morreu...
Acabaram se as brincadeiras e gargalhadas,
Se palco não reluz,
O picadeiro a graça perdeu!
E aquele sujeito de calças largas, roupas multicoloridas,
Calçado largo ou de pé chão,
De nariz vermelho e riso bonachão,
Perde o carisma, a sagacidade e a alegria,
O que faremos sem este brincalhão,
E nariz não reluz mais,
Acaba-se o encanto e,
Inicia se o pranto,
Será a alma pândega resiste,
Se o tempo de outrora não volta mais,
Então que rufem os tambores,
Será que o palhaço sobrevive apropria morte...
Ledo engano ou sorte...
Prestem atenção na próxima cena
E desvendem esse mistério,
Se a morte ao palhaço condena!
Valdete Pereira
4/16/2014
Hoje
Acordei
com a sensação
de que
nada
daria certo...nada
E
deu
tudo
Errado!
NA SAGA DO DIA DIA
O DIA SEGUINTE É A PRIMAZIA!
Valdete Pereira
Miserabilidades...
Em nossas cabeças.
Pairam responsabilidades,
Inutilidades, iniqüidades,
Enraizados no ser estático,
Miserabilidades,
Atrocidades sem fim,
Ai de mim!
Pagamos pela inobservância,
De que quem não faz recebe,
A paga pelo mal feito.
Valdete Pereira
6/23/2012
Exportação em alta!
No “Pais das maravilhas”, onde as praias uma volúpia incomensurável;
Onde as mulheres do BBB são campeãs de audiência e sucesso na Internet;
Das “Garotas de Ipanema”, Barra, Copacabana ou Complexo da Maré!
País da diversidade racial que ganha no índice de “mal representado”,
nos desfiles da moda..
De praias maravilhosas, onde brasileiros são estrangeiros e a orla é internacional!
De políticos de renome que roubam a cena de palhaços sem pestanejar!
E palhaços que ganham o fundo e o mundo na TV,
cujo padrão de qualidade é HDTV,
Num país onde a energia elétrica não conquistou todas as fronteiras!
“Pais do Futebol!” De Bebeto, Garrincha, Galinho de Quintino,
“Rei Pelé”´,dos Ronaldos e de tantos outros...
Somos exportadores sim! “Somos primeiro mundo!”
Conseguimos ser top, passamos da alta qualidade da laranja às mulatas,
De craques do futebol à micro biquínis brasileiríssimos,
Do café exportação às Marias chuteira, encantadoras !
Porém, a única coisa de alto padrão que não se consegue exportar ainda são os políticos!
Por isso consumimos muita pinga,
De alto padrão é claro!
Valdete Pereira
NECESSIDADE
Necessidade...
Palavra tão dependente? Impertinente!
Necessidade de quê; nasce-se tão independentemente só!
Mesmo os gêmeos descobrem sua independência,
Tão parecidos e ao mesmo tempo tão complexos!
Tudo que é demais, sufoca!
Tira nos o fôlego e,
Faz desejarmos outros ares...
Meu desejo,
Separação de corpos!
Em letras minúsculas num papel tosco,
Não quero um corpo a me prender,
Não quero ter de me olhar,
Todo dia num espelho roto,
Distorcido, perverso e mentiroso,
Que não traduz a verdade de meu ser...
Não quero
Ter que me dar banho,
Fazer me bonito, para que eu mesmo veja!
E assim ao cair da tarde...
Estar somente só!
E quando escrevo estas poucas linhas,
Tento matar meu ego..
Em você!
Valdete Pereira
Palavra tão dependente? Impertinente!
Necessidade de quê; nasce-se tão independentemente só!
Mesmo os gêmeos descobrem sua independência,
Tão parecidos e ao mesmo tempo tão complexos!
Tudo que é demais, sufoca!
Tira nos o fôlego e,
Faz desejarmos outros ares...
Meu desejo,
Separação de corpos!
Em letras minúsculas num papel tosco,
Não quero um corpo a me prender,
Não quero ter de me olhar,
Todo dia num espelho roto,
Distorcido, perverso e mentiroso,
Que não traduz a verdade de meu ser...
Não quero
Ter que me dar banho,
Fazer me bonito, para que eu mesmo veja!
E assim ao cair da tarde...
Estar somente só!
E quando escrevo estas poucas linhas,
Tento matar meu ego..
Em você!
Valdete Pereira
Em essência..
O tempo, eu crio.
A velocidade,uma amiga,
Meu prazer, doar-se,
Passo e, fustiga-me os cachos,
Que se desprendem, em suas mãos...
Você sorri e...
Insinuo um meio sorriso.
Absolta, gargalhada ao vento,
Sua insistência, fazer-me feliz,
Prender me em seus braços,
Na repetição de fatos,
Esqueço-me,
Em essência
De ti.
Valdete Pereira
A velocidade,uma amiga,
Meu prazer, doar-se,
Passo e, fustiga-me os cachos,
Que se desprendem, em suas mãos...
Você sorri e...
Insinuo um meio sorriso.
Absolta, gargalhada ao vento,
Sua insistência, fazer-me feliz,
Prender me em seus braços,
Na repetição de fatos,
Esqueço-me,
Em essência
De ti.
Valdete Pereira
SOTURNO
Nada a escolher,
Senão a morte;
Amavel e sorrateira,
Ronda-nos todo o tempo,
Tempos mundanos,
Tempos insanos,
De quando em quando ela se revela,
Num misto de dor e arrependimento,
Nos faz ansiar sua aparição,
Quase sempre derradeira...
Nada de morrer sozinho,
Soturnamente fico, a esperar-te,
Terei de pedir,
Terei de implorar-te,
Dê aos meus amigos o prazer,
Sentir a mesma agonia.
E nos arrependeremos,
Amargamente de tudo,
E se ela me levar ,
Não partirei sozinha,
Quero levar te amigo...
Entrincheirados,
Na mesma cova,
Numa mesma morte,
Tão bem quista,
E numa única lapide,
Nossos nomes anotados,
A esmo.
Valdete Pereira
Senão a morte;
Amavel e sorrateira,
Ronda-nos todo o tempo,
Tempos mundanos,
Tempos insanos,
De quando em quando ela se revela,
Num misto de dor e arrependimento,
Nos faz ansiar sua aparição,
Quase sempre derradeira...
Nada de morrer sozinho,
Soturnamente fico, a esperar-te,
Terei de pedir,
Terei de implorar-te,
Dê aos meus amigos o prazer,
Sentir a mesma agonia.
E nos arrependeremos,
Amargamente de tudo,
E se ela me levar ,
Não partirei sozinha,
Quero levar te amigo...
Entrincheirados,
Na mesma cova,
Numa mesma morte,
Tão bem quista,
E numa única lapide,
Nossos nomes anotados,
A esmo.
Valdete Pereira
Romântico
Seu romantismo não sai da primeira
pagina,
Não me abres a porta do carro,
Não me carregas no colo,
Não me manda flores
Não me telefonas como antes,
E o antes se perdeu no tempo,
E o tempo é a gente que faz...
E a gente não fez.
Ainda te amo como antes,
Mas o que faremos com o tempo...
Uma vez que ele se foi.
12/16/2010
QUATRO
Eram quatro...
Quatro destinos
Um quarto,
Quatro solidões.
Um pia,
Um fogão, duas bocas.
Duas bi-cama,
Uma janela,
e um varalzinho de cordão.
Somente palavras banais, raras,
Nenhum alento,
Pairam pensamentos,
Nada de solidão!
Enquanto eu dormia,
com a barba por fazer...
Você, chegava da rua e,
com apenas um ovo para cozer...
E ele, sempre a pendurar roupa no varal, semi-sujas,
Enquanto nosso pai, mirava pela janela e,
Coçava sua barba rala, sem nada ver..
E frenética, a rua inundava o quarto...
Eram quatro os destinos,
Eram quatro esperanças,
Uma única desilusão ...
E nós não tínhamos nada a dizer!
_Quer um pedaço de chiclete?
Não! Me dá dor de estomago.
Valdete Pereira
CIGANA
Uma dose, após outra, e outra,
Após a terceira, ela se revelou...
Teceu em minha mente,
Uma sensualidade, a qual...
Não pude controlar.
Palavras surgiram de minha boca
Sorrisos, uma sensualidade louca,
Seus contornos generosos,
Suas palavras doces, suaves,
Agressivas, mundanas...
Me torturavam...
Estremecia de prazer,
Quando imaginava,
Que me mirava,
Seus olhos me perseguem,
Dissimuladores tentam...
Levar-me para a alcova,
Para uma dose a mais...
Delírio desenfreado,
Que me levam a um longo,
Gozo antecipado...
Posso sentir ao mais leve toque,
Que uma noite longa,
Está por se fazer
A brotar o amor,
Pelas entranhas da vida
O amor e o prazer,
O prazer do amor.
Após a terceira, ela se revelou...
Teceu em minha mente,
Uma sensualidade, a qual...
Não pude controlar.
Palavras surgiram de minha boca
Sorrisos, uma sensualidade louca,
Que nunca vi igual...
Seus contornos generosos,
Suas palavras doces, suaves,
Agressivas, mundanas...
Me torturavam...
Estremecia de prazer,
Quando imaginava,
Que me mirava,
Seus olhos me perseguem,
Dissimuladores tentam...
Levar-me para a alcova,
Para uma dose a mais...
Delírio desenfreado,
Que me levam a um longo,
Gozo antecipado...
Posso sentir ao mais leve toque,
Que uma noite longa,
Está por se fazer
A brotar o amor,
Pelas entranhas da vida
O amor e o prazer,
O prazer do amor.
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